O caminho incerto da humanidade

Se associar o modo como era a vida há alguns anos atrás com a realidade do “agora” será percebido que os moldes que constitui a sociedade mudaram de forma drástica e radical. O ser humano é o indivíduo que ainda não descobriu o caminho certo e coerente, sendo isto uma proposição generalizada.

As rupturas e desgastes desvelados no meio social em algumas comunidades servem para justificar o que foi afirmado acima. O ambiente social encontra-se na precariedade abusiva, onde artefatos de criação humana ou mesmo o tão mencionado “capital” valem mais do que a vida de um indivíduo.

São absurdos sobrepostos em absurdos, superficialidades inseridas na realidade, abusos com a imagem de pessoas, corrupção, desgastes no meio familiar. Todos os efeitos citados advindos de principalmente de invenções humanas supérfluas, ganância pelo poder, status e niilismo no parâmetro social. Assim, a humanidade promove mais um passo regresso, partindo rumo a um “abismo desconhecido” ou futuro composto pela incerteza.

Qualidades ou características positivas não são mais vistas nos olhos das pessoas, tampouco, em suas consciências. O rompimento das relações sociais pacíficas, desagregação de valores, ausência de ética e repeito e a desumanização se tornam frequentes na atualidade. A humildade, amor ao próximo e a honestidade acabam por receber a declaração de extinção no ânimo das pessoas que vivem mergulhadas na imoralidade. Todavia, uma minoria ainda possui essas qualidades, e o que se deve desenvolver, é a transformação deste grupo menor a um maior. É preciso promover paz, amor e solidariedade.

Vale ressaltar que a luta não está perdida, basta enfim, que cada ser tenha consciência da valorização da vida e dos bens humanos que a mesma proporciona. Os homens terão que aprender a conviver com suas criações, suas tecnologias. Aprenderem a serem seres humanos, a respeitar, ajudar e apoiar o próximo. O destino da humanidade está em sua própria mão. O conjunto social deve escolher entre a vida do bem comum ou viver como uma espécie que promoverá sua própria extinção.

 

Por Lucas Afonso de Souza.

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